Mas e aquela música inacabada no violão?
Mas e aquele filme tão esperado?
Mas e as indagações de Freud?
Como sermos melhores,
Como assumirmos nossos defeitos,
Como interpretar os gestos?
E a casa no campo,
E as aulas de inglês,
E as confissões?
Sempre presente,
Sempre crente,
Sempre contente.
Tão contrário a si, é mesmo o amor, que leva embora esse cantor, que despedaça meu coração e que me tira a feição.

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